Associação Dar Saúde e Escolha

direito à saúde e liberdade de escolha

300,00 € / ano

Publicado por adminads em 27/11/2009

Os portugueses contribuem com 1,5% dos seus salários para a ADSE. Cerca de 300,00€/ano/funcionário público. Este parece ser um valor razoável que os portugueses estão dispostos a pagar pela liberdade de escolha.

Se o sistema permitisse que os portugueses optassem por sistemas idênticos à ADSE, seria possível um financiamento adicional significativo.

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ADSE

Publicado por adminads em 27/11/2009

A ADSE é o melhor “managed care” em Portugal. Gasta apenas 1% do orçamento na administração.

Faça aqui download do relatório de actividades de 2008 (PDF)

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Health Care Reform

Publicado por adminads em 27/11/2009

The United States has the best health care in the world – but because of its inefficiencies, also the most expensive. The fundamental problem with the 2,074-page Senate health-care bill (as with its 2,014-page House counterpart) is that it wildly compounds the complexity by adding hundreds of new provisions, regulations, mandates, committees and other arbitrary bureaucratic inventions.

Worse, they are packed into a monstrous package without any regard to each other. The only thing linking these changes – such as the 118 new boards, commissions and programs – is political expediency. Each must be able to garner just enough votes to pass. There is not even a pretense of a unifying vision or conceptual harmony.

The result is an overregulated, overbureaucratized system of surpassing arbitrariness and inefficiency. Throw a dart at the Senate tome:

- You’ll find mandates with financial penalties – the amounts picked out of a hat.

- You’ll find insurance companies (who live and die by their actuarial skills) told exactly what weight to give risk factors, such as age. Currently insurance premiums for twentysomethings are about one-sixth the premiums for sixtysomethings. The House bill dictates the young shall now pay at minimum one-half; the Senate bill, one-third – numbers picked out of a hat.

- You’ll find sliding scales for health-insurance subsidies – percentages picked out of a hat – that will radically raise marginal income tax rates for middle-class recipients, among other crazy unintended consequences.

The bill is irredeemable. It should not only be defeated. It should be immolated.

Por Charles Krauthammer (médico)

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Reacções adversas a medicamentos

Publicado por adminads em 25/11/2009

Se as reacções adversas a medicamentos, em Portugal, tiverem o mesmo impacto que têm nos EUA, representam uma despesa de cerca de 1.500 M€.

Ernst F. R., A. J. Grizzle. Drug-related morbidity and mortality: updating the cost-of-illness model. J Am Pharm Assoc 2001;41:192–9.

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Os medicamentos e os séniores

Publicado por adminads em 25/11/2009

Senior Care Pharmacy Facts

■ Seniors have more chronic diseases and multiple conditions, so they use more prescription and over-thecounter

drugs. More than 77% of seniors between the ages of 65 and 79 suffer from one or more chronic

diseases. The number rises to 85% for those over age 80. (Hwang et al., Health Affairs 2001)

■ Seniors represent just over 13% of the population, but consume 40% of prescription drugs and 35% of all

over the counter drugs

■ On average, individuals 65 to 69 years old take nearly 14 prescriptions per year, individuals aged 80 to 84

take an average of 18 prescriptions per year

■ 15% to 25% of drug use in seniors is considered unnecessary or otherwise inappropriate

■ Adverse drug reactions and noncompliance are responsible for 28% of hospitalizations of the elderly

■ 36% of all reported adverse drug reactions involve an elderly individual

■ Each year 32,000 seniors suffer hip fractures caused by medication-related problems (FDA, 1996

Via ASCP

 

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Especialidades de Farmácia

Publicado por adminads em 24/11/2009

  1. Nuclear
  2. Nutrição
  3. Oncologia
  4. Farmacoterapia
  5. Psiquiatria

PS: Nos EUA

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O que é um “Consultor Farmacêutico”?

Publicado por adminads em 24/11/2009

Boa pergunta!

Em Portugal não existe esta especialidade, na profissão de farmacêutico. Temos portanto de ir buscar a definição aos EUA:
In the US, a consultant pharmacist focuses on reviewing and managing the medication regimens of patients, particularly those in institutional settings such as nursing homes. Consultant pharmacists ensure their patients’ medications are appropriate, effective, as safe as possible and used correctly; and identify, resolve, and prevent medication-related problems that may interfere with the goals of therapy.

Via Wikipedia

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10% a mais

Publicado por adminads em 24/11/2009

Despesa com medicamentos é mais de 10% superior ao desejável (previsto).

Via ACS

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3.311.000.000 €

Publicado por adminads em 24/11/2009

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Despesa com medicamentos

Publicado por adminads em 24/11/2009

As despesas do Estado com medicamentos está a crescer acima dos 3,5% previstos no Orçamento de Estado. A situação é atribuída à subida do consumo de genéricos e ao apoio que lhes foi concedido na comparticipação.

Até Setembro, foram gastos em comparticipações mais 47 milhões de euros do que nos primeiro nove meses de 2008. Trata-se de um aumento de 4,4% – de 1102,6 para 1149,7 milhões -, acima do limite de 3,5% definido no Orçamento de Estado para 2009. E isto apesar de as vendas totais de fármacos terem descido em 18 milhões de euros no mesmo período.

As contas são da Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed), cujo presidente, entrevistado pela Lusa, acredita que o limite de 3,5% poderá ser quase recuperado até ao final do ano. Sendo que, em 2008, o Estado pagou 1472 milhões em comparticipações, este ano só poderia chegar aos 1524 milhões. “Não ficará muito longe, sendo provável que fique um pouco acima”, prevê Vasco Maria, segundo o qual “a despesa com medicamentos tem que continuar a crescer”: há mais produtividade nos hospitais e nas unidades de saúde familiar e, portanto, mais consultas; há medicamentos novos, mais caros; há mais idosos e, também por isso, mais doentes crónicos.

O responsável admite, contudo, que controlar os gastos é “complexo”. Têm que “crescer em valores controlados e em valores que sejam justificados do ponto de vista das necessidades do país”. E ultrapassar tectos está “previsto” nos acordos com a indústria farmacêutica, desde que justificados, adianta Vasco Maria.

Uma fonte governamental contactada pelo JN também atribuiu o crescimento da despesa ao aumento da produtividade do Serviço Nacional de Saúde, mas garante que os valores ainda estão dentro do Orçamento.

O certo é que a subida dos gastos do Estado não corresponde a um aumento do mercado total do medicamento em valor. Este diminuiu 0,7%, para 2475,7 milhões de euros (menos 18 milhões do que de Janeiro a Setembro de 2008). A má notícia para as contas do Estado pode ser uma boa nova para os utentes: até Setembro gastaram menos 64 milhões do que no mesmo período do ano passado.

A política de incentivos ao consumo de genéricos para contrariar a crise – que implicou a dispensa de genéricos gratuitos a pensionistas com rendimentos abaixo do salário mínimo – é outra das explicações para o aumento da despesa. Quando foi lançada, a medida previa um gasto acrescido de 30 a 45 milhões.

Segundo os últimos dados do Infarmed, a venda total de medicamentos de marca subiu apenas 0,9% em valor e desceu 0,7% em embalagens dispensadas. Em contrapartida, a venda total de genéricos desceu 7,7% em valor (para 428 milhões de euros, o que pode ser explicado com a descida do preço destes fármacos em 30%, em Outubro de 2008), mas subiu 23,4% em volume (para 29,3 milhões de embalagens). Ou seja, há mais medicamentos a serem comparticipados com majoração.

Via JN

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